Moral da história:
"Quando convivemos em equipe, o problema de um, é um problema de todos"
Blog do Jex Meneses. Darei dicas de cursos e palestras que ministro e publicarei textos meus e coisas interessantes que encontrar na internet que possam lhe servir em algum momento. Se você quiser me enviar bons textos ou outras informações entre em contato através do meu e-mail: jexmen10@yahoo.com.br Desde já fico grato por sua visita. Sugestões e críticas serão bem vindas. Agora boa leitura e suce$$o!
Olá!
Hoje é um dia especial para você! Mas todos os dias são especiais àqueles que dedicam sua vida a ajudar os outros e toda secretária tem um pouco de mãe, de amiga e muito de eficiência profissional.
No mundo em que os títulos são importantes, em que se exige sempre maior especialização, na área profissional, torne-se especialista na arte de amar.
Ame as pessoas, o seu trabalho e sua vida. Faça sempre o melhor por você e por todos ao seu redor. Exemplifique a paciência e a diplomacia e colha, vitorioso(a), ao final de cada dia, os louros do seu esforço nos abraços dos seus filhos, no carinho dos seus colegas, no reconhecimento do seu chefe, na espontaneidade de suas manifestações de afeto e na alegria de todos que passam por você.
Isso vale também para os homens que abraçaram essa profissão.
Está precisando de material sobre:Prima Vera
Seja bem-vinda! À vera! Você trouxe-nos flores de todas as cores, de vários odores, inspirando-nos amores, agradando horrores. A todas as pessoas, segredam-me os liquidificadores…
Estacione, a estação é toda sua. Em vez de ficar três meses, você deveria ficar 3 x 3 meses! O chato do outono - “outônomo” -, que vá passear junto com o frio e insuportável inverno que não tem nada a ver com o nosso patropi. Dias melhores: verão e com você, prima Vera…
Se, no verão, a gente usa pouca roupa, no inverno são as árvores que ficam despudoradas. Por causa do PDV - Programa de Desligamento Voluntário -, criado para quebrar o galho da folha de pagar aumento… Quando você chega com as verdinhas, prima Vera, há pleno emprego, vale-transporte para os beija-flores e borboletas que desfilam pelos Jardins e periferias. Sem falar na PLR - Participação nos Lares e Restaurantes, graças às suas flores. E no abono de mil reais e verdadeiros cantos de pássaros agradecidos e felizes.
A Natureza e a Ana Teresa estão radiantes. Que Bom, saio inverno e você entra em campo. Pra não dizer que não falei das flores, Jacinto no ar o perfume de gardênia que emociona o salgueiro-chorão.
– Ohr! Quí dea mais lindo! – diz ele. Apareceu a margarida, olê, olê, olá! Ipê-amarelo e ipê-rosa enfeitam a cidade dessa gente que paga o ipê-veá, o ipê-teú e fica muito ipê-da-vida!
Você, que inspira poetas e compositores, prima Vera, inspire ética aos políticos. Rs rs rs, não ria, prima Vera… Então, nas próximas eleições, inspire os eleitores para que eles separem o joio do trigo.
Cadê a chuva, prima? Convoque-a com urgência. Mas que ela se distribua melhor do que a renda neste país. Não sei se há clima pra isso. A gente mata a mata, polui o ar e o mar, então o que São Pedro, o manda-chuva, mandar, tá mandado, para chover no molhado.
Prima Vera, sucesso! E que “nossio” convívio de setembro seja bom até que o solstício em dezembro nos separe. Quem viver, verão.
Palmas para a prima Vera, Salvia a prima Vera!
(por Jorge Nagao)

Esta semana quando escrevi o artigo sobre a festa rave que fui aqui em Teresina lembrei deste e-mail. Que tipo de mãe ou pai você é? Porque esse texto vale também para os pais.
Excelente reflexão.
Abraço e uma excelente terça-feira!
Jefferson Xavier - Jex
MÃES MÁS... 
Dr. Carlos Hecktheuer
Um dia, quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes:
Eu os amei o suficiente para ter perguntado: onde vão, com quem vão e a que horas regressarão?
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram da mercearia e os fazer dizer ao dono: 'Nós roubamos isto ontem e queríamos pagar'.
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês 2 horas, enquanto limpavam o seu quarto; tarefa que eu teria realizado em 15 minutos.
Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso. Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.
Estou contente, venci... porque no final vocês venceram também! E qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, meus filhos vão lhes dizer quando eles lhes perguntarem se a sua mãe era má: 'Sim... Nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo.
As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos de comer cereais, ovos e torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos de comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. E ela obrigava-nos a jantar à mesa, bem diferente das outras mães, que deixavam os filhos comerem vendo televisão.
Ela insistia em saber onde nós estávamos a toda hora. Era quase uma prisão. Mamãe tinha que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos que íamos sair, mesmo que demorássemos só uma hora ou menos.
Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela violou as leis de trabalho infantil. Nós tínhamos de lavar a louça, fazer as camas, lavar a roupa, aprender a cozinhar, aspirar o chão, esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos cruéis. Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para lhe dizermos a verdade, e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, ela até conseguia ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata. Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que nós saíssemos. Tinham de subir, bater à porta para ela os conhecer. Enquanto todos podiam sair à noite com 12, 13 anos, nós tivemos de esperar pelos 16.
Por causa da nossa mãe, nós perdemos imensas experiências da adolescência. Nenhum de nós esteve envolvido em atos de vandalismo, violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
Foi tudo por causa dela. Agora que já saímos de casa, nós somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos 'pais maus', tal como a nossa mãe foi.
Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje:
Não há suficientes Mães más...
EU Assino embaixo!
Os frutos da rave
Neste último fim de semana fui pela primeira vez numa festa rave. Duas primas conseguiram um convite em cima da hora e me convenceram para acompanha-las. Estávamos lá num determinado sítio ouvindo o som do bate estaca tunst, tunst, tunst.
Eu acredito que seja algo rentável porque parece que o público jovem de Teresina resolveu ir em peso para este evento. Estava mais disputado do que show de banda nacional. Era gente dos quatro cantos da cidade lotando aquele lugar.
Ao mesmo tempo em que parece ser um bom negócio é o lugar mais perigoso para os adolescentes que eu já vi porque ali rola de tudo. Eu sempre acompanhei pela TV, jornais e por outros amigos comentários do que acontecia nestas festas, mas ao vivo e a cores a realidade é ainda mais grave do que eu imaginei.
São centenas de jovens alguns com menos de quinze anos ingerindo bebidas alcoólicas, consumindo drogas de todos os tipos e praticando sexo com total insegurança. Como conseqüência, daqui a nove meses os frutos desta rave devem estar nascendo porque é modismo fazer sexo sem camisinha.
Pior são os pais que confiam seus filhos nestas festas. Se eu tivesse um filho nessa idade o acompanharia porque sozinho é extremamente perigoso. Eu não sou contra essas festas vibe como também são conhecidas. Os jovens têm mesmo que se divertir. O problema é a falta de controle na entrada de menores e o consumo exagerado de drogas lícitas e ilícitas. Incrível que muitas autoridades têm conhecimento do que rola lá, mas fazem vistas grossas. Esta também não foi a primeira e nem será a última rave que acontece. Muitas outras virão porque a galera teen gosta do som, da facilidade da promiscuidade e da liberdade que possuem em estar bem longe de casa e fazer o que bem entenderem.
A intenção deste artigo é apenas alertar aos pais do perigo que os seus filhos correm ao freqüentar esses locais. Muitos imaginam que eles estão apenas se divertindo enquanto que, na verdade, estão se matando lentamente.
Além de todos aqueles jovens bêbados, drogados, caídos no chão, desmaiados, passando mal e tudo mais tivemos que suportar o sacrifício de retornar para casa. Após um engarrafamento de mais de duas horas numa estrada carroçal, empoeirada e estreita arrancaram o retrovisor do meu automóvel. Mas há males que vêm para o bem porque se não fosse por isso eu não teria conseguido passar espremido pelos outros carros para poder chegar na BR que leva ao centro da cidade.
Depois dessa experiência “maravilhosa” eu acredito que a primeira rave a gente nunca esquece, rs. Pelo menos meu recado está dado.
Jex Meneses

Por Juliana Falcão
Dinâmica de grupo é uma das inúmeras formas utilizadas pelos selecionadores para detectar competências pessoais nos candidatos a emprego.
É como um jogo: a partir de uma atividade proposta, são estabelecidos objetivos e regras, cabendo a cada participante utilizar suas habilidades pessoais para chegar ao objetivo. Nesse caso, a oportunidade de emprego.
Se você pensa que a dinâmica começa quando você entra numa sala e recebe um crachá, está muito enganado. Ela começa na sala de espera. Algumas empresas utilizam essa atividade para saber como é o candidato antes mesmo dele iniciar essa etapa do processo seletivo. A secretária que lhe recepciona pode ser na verdade uma psicóloga.
O selecionador atrasa alguns minutos, enquanto ela se encarrega de observar sua reação diante do imprevisto. Pessoas que olham constantemente no relógio ou que reclamam em voz alta demonstram impaciência e falta de jogo de cintura.
O que é analisado: paciência, flexibilidade e capacidade de lidar com o imprevisto.
Dica: Por mais que você esteja nervoso com o atraso do selecionador, evite olhar demais no relógio ou criticar a qualidade da empresa com o companheiro do lado. Dependendo do perfil do cargo, essa atitude pode lhe desclassificar do processo.Apresentação dos candidatos. Realizada logo no início da dinâmica para "quebrar o gelo" e descontrair os participantes, o selecionador distribui os crachás para os participantes e os divide em duplas para que façam uma entrevista.
Na base do improviso ou com o auxílio de um questionário, os participantes se conhecem e depois apresentam o entrevistado para os demais componentes do grupo. Outra maneira de se aplicar essa dinâmica é formando um círculo com os participantes e oferecer uma bola para eles jogarem. O participante que estiver com a bola deve fazer uma frase incompleta e jogar a bola para que alguém a complete. Por exemplo: o candidato com a bola diz: "O que me entristece é..." e passa a bola para outro componente responder.
O que é analisado: interação, expressão e perfil psicológico.
Dica: procure levar à sério a apresentação que você faz do seu parceiro e suas respostas na hora de passar a bola. Independente de ser uma brincadeira, o selecionador está atento à todas as suas atitudes.
Auto-apresentação: Cada participante deve produzir um painel e fazer uma apresentação de si mesmo ao selecionador e aos demais componentes do grupo.
É a chamada Técnica Projetiva, na qual o selecionador avalia a habilidade que o participante tem de se projetar por meio de palavras e desenhos. A partir do que foi montado no painel e do jeito como você se expressa, o selecionador consegue obter uma boa visão sobre sua personalidade.
O que é analisado: auto-imagem e autoconhecimento
Dica: Muitos participantes tendem a apresentar apenas as qualidades ou, se colocam os pontos negativos, fazem questão de encobri-los. Saiba que, independente do que é escrito no painel, o que será avaliado é a sua apresentação, sua forma de promover sua imagem pessoal. Seus defeitos, escritos ou não, certamente serão percebidos pelo selecionador. Exercício de consenso Nessa atividade, o selecionador realiza uma pergunta como "Se eu fosse viajar para uma ilha deserta ou para a Lua, o que levaria?" e pede para que todos os participantes dêem suas opiniões sobre os objetos que poderiam ser úteis nessa viagem.
Cada candidato coloca seu ponto de vista abertamente enquanto o selecionador se encarrega de analisar a performance de cada um. O objetivo é fazer com que, por meio da discussão, todos os participantes cheguem a um senso comum.
O que é analisado: perfil de liderança, sensatez das idéias expostas para o grupo e abertura para ouvir as opiniões dos demais participantes da discussão.
Dica: Para alcançar o objetivo da atividade, é preciso que algum componente do grupo tenha habilidade para guiar e analisar as opiniões do grupo. Essa pessoa pode ser você.
Desenvolvimento de projetos em comum. Os candidatos são divididos em grupos de mais ou menos três componentes e recebem das mãos do selecionador diversos objetos, que vão desde revistas até utensílios de plástico.
O objetivo é fazer com que o grupo, munido também de outros objetos como tesoura e cola, crie uma idéia e a venda para o selecionador.
O que é analisado: colaboração, poder de persuasão, discussão das idéias e as diversas formas de colocá-las em prática.
Dica: Muitas vezes, os participantes não gostam de realizar essa prova, achando que ela serve apenas para testar a habilidade dos profissionais de vendas. Mas a verdade não é bem essa.
Júri simulado
Os participantes são divididos em dois grupos. Um tem o objetivo de defender uma idéia e o outro de acusá-la. Um tema atual é proposto pelo selecionador e a partir dela as duas turmas defenderão suas idéias, independente de real opinião que cada um possui sobre o tema abordado. Em determinado momento, os papéis são invertidos e quem acusou, passa a defender.
O que é analisado: capacidade de argumentação, defesa de idéias, improviso, convencimento das pessoas e flexibilidade. É possível também avaliar perfil de liderança nesta atividade, desde que o candidato tenha habilidade para acalmar os demais componentes da equipe e controlar as situações de conflito.
Dica: Alguns candidatos acreditam que conquista a vaga de emprego aquele que fala mais alto ou que fala por todo o grupo. Isso não é verdade.
O objetivo dessa atividade é saber quem tem habilidade para organizar as idéias, lidar com o imprevisto e convencer o grupo adversário da veracidade de suas opiniões.Atividades irreverentes. São utilizadas dependendo da empresa e do cargo pretendido. Por meio de artifícios, são surtidos efeitos variados nos participantes. Esses artifícios vão desde opinar sobre algum tema segurando um palito de fósforo aceso, até brincadeiras de mímica.
O que é analisado: na atividade do fósforo são avaliados o controle, como o participante lida com pressão e como administra seu tempo.
Nas mímicas são avaliados o improviso, criatividade e as formas utilizadas pelo participante para lidar com problemas.
Dica: concentração é a palavra-chave nessa hora. Não tenha medo de parecer bobo. O objetivo é que você utilize seu corpo para expressar idéias. Lembre-se de que ele também é capaz de falar.As atividades que compõem as dinâmicas de grupo não são imutáveis. Todas elas podem ser moldadas de acordo com o número de participantes e com o objetivo a ser alcançado. Independente disso, procure dar sempre o seu melhor e seja íntegro em suas atitudes. Caso você seja selecionado para a vaga, lembre-se de que todas elas serão cobradas. Não se esqueça de quebrar seus esteriótipos durante a dinâmica. Achar que quem fala mais está propenso a conquistar a vaga ou aquele que se reserva está definitivamente desclassificado não é o caminho.
fonte: empresgos.com.br publicijobs.blogspot.com/2007/05/as-atividade...
RIO - A busca de um emprego é sempre estressante: entregas de currículos, maratonas de entrevistas, ansiedade ao aguardar a resposta de se foi ou não selecionado....Ter o currículo escolhido pelo empregador, no entanto, é apenas o primeiro passo: a próxima etapa pode ser a temida "dinâmica de grupo", uma das mais importantes do processo seletivo.
Mais até do que a entrevista, a dinâmica pode ser o ponto de partida para a aprovação ou eliminação do candidato. Todas as atitudes da pessoa são avaliadas, desde sua chegada à empresa até o momento de ir embora. Na verdade, não é nenhum "bicho-de-sete-cabeças".
Veja se você está preparado para enfrentar uma dinâmica de grupo
A dinâmica de grupo visa avaliar se o candidato se relaciona bem com outras pessoas e se suas atitudes se adequam ao perfil da empresa. Durante as atividades, também será avaliada a criatividade e o modo como o candidato lida com situações de desafio e momentos de pressão. Espírito de equipe e iniciativa pessoal, como também espírito de liderança - não confundir com autoritarismo – também serão levados em conta pelo entrevistador.
- Para qualquer dinâmica de trabalho, os candidatos não podem ter comportamento exagerado, conduta equivocada, sem limites, sem respeito e sem cordialidade - afirma Gisele Damazio, gerente de Recursos Humanos e Contact Center da Atento Brasil, lembrando que a dinâmica exige bastante preparo.
A empresa é a maior empresa de call center da América Latina, com 18 mil pontos de atendimento de atendimento e 56 mil funcionários.
“ Candidato deve buscar informações sobre a empresa e o mercado em que ela atua ”
Segundo ela, não conhecer a empresa e o mercado onde ela atua são erros que não devem ser cometidos em hipótese alguma por quem está disputando uma vaga no mercado de trabalho.
- O candidato tem que buscar informações sobre a empresa e sobre a vaga em questão, disse, acrescentando que é importante, também, ter conhecimento geral, manter-se atualizado em relação ao noticiário, aos fatos que estão acontecendo no país e no mundo - explica Gisele. - A pessoa deve vir munida de informações e conhecimento que lhe garantam a tranqüilidade diante de questionamentos sobre temas gerais.
O candidato deve estar preparado, não só culturalmente, como também psiciologicamente. Manter a calma e controlar a ansiedade frente ao novo desafio são requisitos básicos para se destacar na dinâmica de grupo. Além disso, deve tentar ser o mais natural possível e não fingir ser o que não é.
Saber se expressar é fundamental para o sucesso em qualquer situação, principalmente numa dinâmica de trabalho. Isso não quer dizer que o candidato deva falar demais, "atropelando" os outros candidatos ou não deixando ninguém falar, inclusive o entrevistador.
- O candidato deve ter clareza ao falar, e não ser tagarela.
Também não deve mostrar apatia ou falta de interesses durante as atividades, pois, certamente será ofuscado pelos outros candidatos.
- A pessoa deve participar da dinâmica com dedeciação, otimismo e energia positiva, afirmou Gisele Damazio
RIO - A dinâmica de grupo, uma das técnicas utilizadas nos processos seletivos pelas empresas, é alvo de críticas de candidatos e do público em geral. Jogos e atividades propostos na dinâmica não são compreendidos ou vistos como bobagens. Em matéria publicada no mês de maio, quando profissionais davam dicas de como se comportar durante uma dinâmica, leitores se manifestaram contrários ao processo e criticaram as pessoas responsáveis pela aplicação da dinâmica. Em decorrência disso, o Globo Online entrevistou consultores da área de RH para tentar esclarecer as dúvidas dos leitores. Mesmo concordando que há falhas no processo, eles defendem o uso da dinâmica dentro do processo de seleção.
A dinâmica, destacam, permite observar a interação de um grupo de pessoas enquanto realizam uma tarefa conjunta. De maneira geral, as dinâmicas de grupo são indicadas para avaliar habilidades interpessoais e atitudes, onde itens como relacionamento entre as pessoas, liderança, cooperação x competição são melhores avaliados.
Segundo Jacqueline Resch, sócia-diretora da Resch Recursos Humanos, especializada na contratação de executivos de empresas de grande porte, durante a dinâmica, as pessoas assumem papéis no grupo e se comportam de maneira silimar àquela que se comportam nas situações da vida profissional ou social.
- As atividades propostas - debates, jogos, estudos de caso - são, na verdade, estímulos para provocar a interação do grupo, diz Jacqueline.
Já o professor Aguinaldo Neri, especialista em RH e diretor do site Senioridade (www.senioridade.com.br), explica que as competências exigidas atualmente para a vida empresarial são mais complexas e a dinâmica possibilita uma observação mais direta do que feita pelo lápis e papel, por exemplo.
- Uma pessoa com boa competência para se comunicar faz isso em qualquer situaçao. Quem se acostumou a se impor sobre outros faz isso sem querer e a toda hora. Sem falar que a ludicidade dos jogos diminui os níveis de censura sobre o próprio comportamento e a pessoa acaba mostrando-se mais próxima do que realmente é.
“ A dinâmica de grupo, quando bem utilizada, é muito útil como técnica de seleção, diz Jacqueline Resch ”
Em resumo, diz Neri, elas são situações planejadas para que determinados comportamentos apareçam e possam ser observados pelos selecionadores . Antigamente, convidáva-se também os futuros gerentes para esta observação.
- Acredito que a dinâmica de grupo, quando bem utilizada, é muito útil como técnica de seleção. É uma técnica complexa e os profissionais que as utilizam devem estar muito bem preparados para aplicá-la - afirma Jacqueline Resch.
Escolha das atividadesGeralmente, as escolhas das atividades da dinâmica de grupo está diretamente relacionada à possibilidade que elas oferecem para a expressão das habilidades e são escolhidas de acordo com as competências que devem ser observadas. Segundo Neri, liderança, comunicação, trabalho em equipe, foco em resultado e negociação, estão entre as mais comuns.
Jacqueline Resch cita, como exemplo, a empresa que quer avaliar a capacidade de liderança dos candidatos. Para isso, propõe uma tarefa qualquer a ser realizada pelo grupo e observa os comportamentos dos candidatos.
- É claro que os observadores têm de ter uma idéia comum sobre liderança, de modo que observem os mesmos indicadores daquela competência - afirma.
Por isso, diz Jaqueline, é que, em reuniões prévias de planejamento, eles especificam objetivamente o que pretendem observar. É que se chama de definição operacional.
- Digamos que uma determinada empresa definiu os comportamentos indicativos de liderança. São eles: tomar iniciativa de organizar a tarefa e fazer propostas que são aceitas pelo grupo; distribuir tarefas entre os membros do grupo; dar feedback e ajudar o grupo a atingir o resultado esperado , etc. Os candidatos que evidenciam estes comportamentos são considerados aptos naquela competênci - ressalta Jacqueline.
BambolêNa verdade, muitas situações e jogos propostos durante uma dinâmica de grupo deixam os participantes desorientados e, muitas vezes, indignados. Um candidato recebeu um bambolê de um entrevistador durante uma dinâmica de grupo. Olhou o brinquedo, levantou e foi embora. O que você faria ao receber o bambolê? O que o entrevistador quer avaliar com esta atividade? Impossível dizer o que se pretendia avaliar sem conhecer a instrução completa do exercício, afirma Jacqueline Resch.
- O que se pode dizer com convicção é que ninguém pretendia avaliar a capacidade do candidato de usar um bambolê. Pode ter sido utilizada no início da dinâmica como um exercício quebra-gelo, cuja finalidade é descontrair e integrar o grupo.
Para ela, o avaliador tem que ser extremamente cuidadoso na escolha dos exercícios, para jamais optar por atividades que inibam ou exponham os os candidatos.
Jacqueline acrescenta que, se o candidato não ficou à vontade, teria outras alternativas que não abandonar a a atividade, como ter perguntado aos observadores o objetivo do exercício ou mesmo negociado sua não participação nesta etapa.
- No primeiro caso, poderia ser visto como alguém que busca esclarecer os objetivos da tarefa antes de iniciá-la e, no segundo, como alguém que sabe gerenciar, através da negociação, situações desfavoráveis a ele.
Opinião semelhante tem o professor Aguinaldo Neri. Segundo ele, primeiro seria necessário conhecer quem planejou a atividade do bambolê para saber qual seria o foco da observação.
- Há situações nas quais até mesmo o comportamento de tentar negociar a solicitação seria visto como positivo. Recusar-se a fazer de uma forma negociada e com respeito a quem propõe, em alguns contextos, também pode ser bem visto. Este é o dilema de quem participa de dinâmicas, pois não sabem o que será observado.

Quinta-feira, 10 de agosto - 9h00. Enquanto a capital paulista acelera para mais um dia corrido de trabalho, nove candidatos aguardam, com o coração na mão, o início de uma "provação". Eles estão em uma dinâmica de grupo. Tensos e desconfiados, sequer pronunciam uma palavra. E, quando a consultora chega, ah...aí é que as mãos não param um minuto. Começa o tic-tac da caneta, o balançar incessante das pernas até que a primeira palavra quebra o silêncio: Bom dia a todos!
A dinâmica de grupo é uma das etapas das entrevistas de emprego mais temidas. É o momento em que você vai expor - mesmo que não tenha consciência disso - qualidades e defeitos que podem ser determinantes na hora de disputar uma vaga. Quase sempre o primeiro teste é aquele em que o candidato deve superar o medo, o nervosismo e falar, em alto e bom som, quem ele é, a que vieram e o que espera de sua vida profissional. Parece fácil, mas poucos conseguem falar claramente, sem gaguejar.
Daí para frente, a empresa começa a pegar mais pesado. A consultora aplica testes para saber qual é o seu perfil. Mas não adianta entrar na loucura de responder às perguntas como você acha que seria o estagiário ideal, pois isso não existe. Ao contrário: ao longo dos exercícios, a especialista em recrutamento faz questão de ressaltar que existem perfis adequados para diferentes empresas. Assim como uma colméia, que não sobreviveria caso fosse feita só de abelhas rainhas, o mesmo acontece com o mercado de trabalho. Ele precisa de líderes, mas também de pessoas com perfil mais executor e, ainda, aqueles que possuem uma visão estratégica.
É claro que ninguém quer, para sempre, ser o executor, mas, sim, crescer e ser líder. Existem, porém, pessoas que têm mais predisposição para isso (e já o demonstram na dinâmica). Nos exercícios em grupo, em que é preciso definir estratégias para vencer o adversário, começam a despontar aqueles (os futuros chefes) que coordenam as ações, questionam todas as decisões a fim de optar pela que melhor traduz o objetivo do grupo.
O jogo de dardos
O Universia acompanhou um dia de dinâmica de grupo numa das maiores empresas de consultoria profissional do mundo, que também atua em várias várias cidades brasileiras. O exercício era simples. Dividiu-se a turma em dois grupos que deveriam acertar o alvo até marcar 100 pontos. Porém, cada uma das equipes teria de montar, de antemão, uma estratégia definindo quantas seriam as tentativas para cumprir o objetivo, além da quantidade de erros e acertos durante as jogadas. O intuito era verificar a capacidade do grupo em cumprir uma meta e lidar com os obstáculos no meio do caminho, optando ou não por rever sua estratégia ao longo do jogo.
Aí que os diferentes perfis começaram a aparecer. A estudante Juliana*, 23 anos, demonstrou sua capacidade de liderança desde o início, ao discutir e pensar em uma estratégia, além de questionar as escolhas feitas pelo grupo. Na outra equipe, porém, não se identificou uma liderança explícita. A candidata Fernanda*, 25 anos, embora estivesse com lápis e papel na mão para coordenar as decisões, foi apagada pelo brilho de Fábio*, 24 anos, que apresentou uma visão estratégica conseguindo montar probabilidades de erros e acertos para que o grupo definisse qual seria sua posição.
Os dois exercícios - descrição de si mesmo e o jogo de dardos - foram os únicos testes aplicados pela consultora com estes candidatos. E, embora tenha sido a primeira fase da seleção, não servindo para desclassificar um candidato em detrimento do outro, foi capaz de mostrar em qual departamento da empresa o candidato se encaixaria melhor. "A primeira etapa serve para identificarmos se o candidato, por mais que tenha escolhido em sua inscrição um departamento específico da empresa, realmente se encaixa naquela opção. Do contrário, não o excluímos do processo, mas o encaminhamos para outra área, a fim de que ele vá para as próximas etapas, onde pode ser escolhido ou eliminado", explica a consultora Maria Ribeiro*.
Neste processo, as próximas etapas funcionam como um filtro, no qual os candidatos competem entre si e são observados não só pela consultora, mas pela equipe de Recursos Humanos da empresa e, ainda, pelo futuro gestor de sua área.
* Os nomes dos candidatos e o da consultora foram modificados para preservar o sigilo do processo de seleção, da empresa e, também, dos participantes.

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Hoje é importante qualificar-se porque cada vez mais o mercado se torna competitivo e os melhores irão se destacar. Costumo também dizer aos meus alunos que o importante não é apenas ter mais um curso o correto é aplicar os conhecimentos adquiridos no dia-a-dia mas, para isso é preciso preparação e qualificação. E se você está disposto a não ser apenas mais um é necessário dedicação, esforço pessoal e muito estudo. Invista no seu futuro. Invista em você. Uma coisa é certa, o conhecimento é a única coisa que vocês têm que ninguém nunca será capaz de tirar. Por isso procurem fazer os melhores cursos nas melhores escolas. Em Teresina escolha a Múltipla!
